A Amelie vocês já conhecem, nós adoramos esta filhotinha. Mas, sinceramente eu acho que ela não tem muito futuro. Eu até tento ensinar alguma coisa para ela, mas ela não aprende... Primeiro eu tentei ensinar a brincadeira de soco-soco, bate-bate para ela, ela não aprendeu. Minha mãe disse que ela não sabe falar aí fica difícil. Tudo bem que ela é boa nos pulos, quando minha mãe joga a bolinha ela pula o sofá muito bem. Isso é truque comum, mãe. Resolvi dar uma nova chance para ela. Comecei com algo bem básico. Ela também não conseguiu aprender... quer coisa mais simples do que falar: Miau!? Ai, ai, Amelie, assim não dá, né?
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domingo, 25 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
água mole, pedra dura...
- Mãe, me dá um cachorro?
- Nem pensar, Nana, a gente mora em apartamento...
- Mas, mãe, eu amo cachorro, eu adoro o Bolt, o Bethoven, o Marley, o Scoob-doo, o Snoop e todos os 101 dálmatas... por favor!!!!
- Tá bom, toma estes aqui de pelúcia....
1, 2, 3, 4, 5, 6 cachorros de pelúcia depois....
- Mãe, me dá um cachorro... DE VERDADE?
- Não.
Aí meu pai chegou e disse com jeitinho:
- A Tia Joquinha deu um cachorrinho para a Nana, o que você acha?
- Mas, mas, a gente mora em apartamento, ficamos fora muito tempo, ele vai fazer cocô, vai fazer xixi, vai comer meus sapatos, vai esconder meus chinelos....
- Calma, vai pensando...
Aí a minha mãe contou para a minha irmã, a Rafaela, que tratou logo de escolher o nome. AMELIE, como a Amelie do filme que minha mãe e ela adoram, O Fabuloso Destino de Amelie Poulain.
Resultado:
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Se miar é gato...
Tem uma história que não me canso de ouvir. É a história que meu pai conta de como eu vim parar nessa casa. Ele disse que um dia passeava com minha mãe. Eles estavam passando perto de uma caçamba e ouviram um barulhinho. Minha mãe disse: -"Escuta, parece um bebê!" - Ele foi até a caçamba e achou um saco de lixo preto com alguma coisa mexendo dentro. Ele rasgou o plástico e tinha alguma coisa muito peludinha lá. Os cabelos começavam logo acima dos olhos e tomava toda a testa, só cabelo.
Minha mãe olhou e disse: O que é isso? - Meu pai falou: Não sei, parece criança, mas com essa cabeleira toda... Fazemos assim, levamos para casa, se miar é gato, se latir é cachorro, se chorar é menino....
Depois de uns dias meus cabelos caíram e eu chorei. Foi assim que eu vim parar nessa família.
Minha mãe não gostava muito que ele contava a história deste jeito. Ela dizia: -"Você não veio da caçamba, veio da minha barriga". Mas da barriga não tem a menor graça, não é, mãe?
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