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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Corrida Esperança e Dia dos Pais

Ando meio sumida, não é? 
Minha mãe disse que é a correria... e é.
Olha eu aí participando da minha primeira corrida! 


Nesta foto sou eu, Tijúnio, Tia Rosa e o Vovô Manoel nos concentrando para a corrida.
Participamos ontem da Corrida Esperança. Meu avô que me incentivou. Ele tem muitas medalhas.
E eu estava pronta para conseguir a minha primeira.


Quem correu comigo foi meu pai. Nós fazemos uma grande dupla. Minha mãe foi também,
ela e Tia Rosa fizeram caminhada, eu e meu pai deixamos elas comendo poeira.


Olha eu aí e meu pai depois da corrida. Foi muito legal, demos entrevista, muita gente nos cumprimentou fiz muitos amigos corredores. Fizemos o percurso de 3 quilômetros em 28 minutos, isso porque tivemos de reduzir o ritmo para dar entrevista. ;)


Tia Rosa fez questão de tirar foto da medalha também.
Eram só nove horas e o dia já tinha começado cheio de aventuras.
Depois disso pegamos a dorminhoca da Rafa e fomos passar o dia dos pais
no parque ecológico.


A Rafa custou animar. Poxa, Rafa, desfaz esse bico, o dia tá só começando!!!!
Depois de passear um pouco fomos almoçar no Cocana, um restaurante muito legal que tem
uma cachoeira dentro dele. O pessoal de lá tirou uma foto.


Finalmente minha mãe saiu na foto. Quem mandou ser a fotógrafa da família?

Depois do almoço voltamos para o parque e encontramos o Henrique, o amigo da Tia Rosa e os filhos dele,
e foi uma tarde bem legal:







À noite ainda nos reunimos na casa da minha avó Jura para comemorarmos o aniversário do Gabriel. 
Poxa, foi um dia muito, muito, muito, muito legal!

domingo, 8 de agosto de 2010

Aniversário da Letícia e Dia dos Pais

Mais um final de semana agitado com pessoas que amo. No sábado foi aniversário da Letícia. Ela comemorou 8 anos numa lanchonete e estava muito animado. Todos os nossos amigos estavam lá e a família dela é um amor. (não faltou nem o brigadeiro!!!!)

Esta aí é a aniversariante, nesta hora eu estava era preocupada em abrir minha surpresinha, me esqueci de olhar para a máquina. 

 
Estes são os pais dela, a foto não ficou muito boa, minha mãe insiste em dizer que a culpa é da máquina.


 
Todos aproveitaram muito as brincadeiras e as guloseimas, tinha uma monitora lá que brincava com a gente, ela desenhou uma borboleta linda na minha mão. Hoje de manhã eu fiquei triste quando vi que a borboletinha tinha voado.

 
Olha a minha cara feliz, voltando de ônibus da festa! Esta coroa de balão foi o que sobrou do cachorrinho que a monitora fez para mim.

 
Hoje foi muito legal também a Tia Rosa veio para o almoço do dia dos Pais. Só faltou o meu irmão Neto. Ele mora em São Paulo com a família da mãe dele, quem sabe no próximo ele venha, né?

terça-feira, 27 de julho de 2010

quatro ou cinco brigadeiros depois...



Era sábado e a gente tinha acabado de acordar da festa do pijama na casa da Tia Carol e do Tio David. Meus pais vieram me buscar e aproveitaram para tomar café. Eu abaixei na mesa um pouco para descansar. Tia Carol me perguntou: - Uai, Nana, tá triste ou comeu brigadeiro demais? - Levantei a cabeça e respondi bem séria: - Estou triste, sou filha de pai separado! - Todos caíram na risada, até minha mãe. Eu não deixei por menos: - Não ri não, mãe, também sou filha de mãe separada!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

fé




-Pai, tem alguém que eu acredito...
-Quem?
-As pessoas...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Se miar é gato...



Tem uma história que não me canso de ouvir. É a história que meu pai conta de como eu vim parar nessa casa. Ele disse que um dia passeava com minha mãe. Eles estavam passando perto de uma caçamba e ouviram um barulhinho. Minha mãe disse: -"Escuta, parece um bebê!" - Ele foi até a caçamba e achou um saco de lixo preto com alguma coisa mexendo dentro. Ele rasgou o plástico e tinha alguma coisa muito peludinha lá. Os cabelos começavam logo acima dos olhos e tomava toda a testa, só cabelo. 

Minha mãe olhou e disse: O que é isso? - Meu pai falou: Não sei, parece criança, mas com essa cabeleira toda... Fazemos assim, levamos para casa, se miar é gato, se latir é cachorro, se chorar é menino....

Depois de uns dias meus cabelos caíram e eu chorei. Foi assim que eu vim parar nessa família. 

Minha mãe não gostava muito que ele contava a história deste jeito. Ela dizia: -"Você não veio da caçamba, veio da minha barriga". Mas da barriga não tem a menor graça, não é, mãe?